Você sofre. És indissociável da angústia. Um merda. E não frutifica. "Há esperança, mas não para nós". Mas e aí? E agora? Não o ontem, não a razão do poema, mas que reação ele te imputa. Mesmo que seja falha, mesmo que não cure em resolução. Escala uma montanha, percorre uma avenida, anoitece no meio do mato e nada disso desperta?
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Você sofre. És indissociável da angústia. Um merda. E não frutifica. "Há esperança, mas não para nós". Mas e aí? E agora? Não o ontem, não a razão do poema, mas que reação ele te imputa. Mesmo que seja falha, mesmo que não cure em resolução. Escala uma montanha, percorre uma avenida, anoitece no meio do mato e nada disso desperta?
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