(Palavras não enviadas abandonadas na "caixa de saída" que guarda de tudo, mas nenhuma saída e muito menos plano. Desovarei aqui vez ou outra palavras que por súbito receio ou repentina tomada de razão não chegaram a quem deveriam ou ao menos poderiam ter chegado. Cotidiano ficcional. Coleção de covardias que compartilho publicamente.)
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"Sabe... É como se todas as frustrações desaguassem sobre mim em forma de um só eco. Reverberando. Não conseguir mais se despedir de alguem que se gosta, pois toda despedida é uma só despedida, toda lágrima é uma só lágrima. É o seu rosto entalhado em todo nome igual ao seu; ressoando e tomando forma em todo nome diferente mas parecido com o seu como se só esse fosse o nome certo. É seu nome em cada palavra, em cada som, como uma herança ancestral guardada no chamamento das coisas. Seu nome em cada vento, em qualquer deslocamento sutil de ar que parece se esforçar para sussurar; e eu já nem sei mais se a blusa que procuro é pelo frio ou pelo arrepio que me dá ao ser assombrado pela brisa que chama entre as folhagens por substantivos próprios que a mente finge ignorar. Às vezes sinto que enlouqueço. Mas talvez seja só vontade. Se já tiver acordado mesmo, dá uma olhada na lua."



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"Perdido dentro da minha cabeça doentia
Eu vivo por você, mas não estou vivo.
Pegue minhas mãos antes que eu mate.
Eu ainda te amo, eu ainda queimo."
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